UNIVERSO DAS COISINHAS

29.12.04

PÉROLAS DO CANCIONEIRO (ALGUMAS POLITICAMENTE INCORRETAS)


Planos para dois mil e cinco: São Jorge pediu ao Bom velhinho que espantasse os dragões, que o Flamengo parasse de deixá-lo rubro-negro de vergonha e que não tivesse mais que cantar País Tropical, Fio Maravilha e Taj Mahal 400 vezes nos próximos 12 meses. Posted by Hello


1) “Se você passar novamente por aqui com esse dragão/Eu vou telefonar pra São Jorge para ele espantar essa assombração, Roberto!” (Ben Jor, externando todo seu ódio às mocréias dos bródis)

2) “Uuuuh, eu quero você como eu quero...” (Paula Toller, eca!)

3) “Se não eu, quem vai fazer você feliz?!” ou “Se for, já era, eu vou fazer de um jeito que ela não vai esquecer...” (É nada?!)

4) “Ah, esse coqueiro que dá coco...” (Até porque existem coqueiros que dão manga, macaíba e coração-de-nêgo)

5) “Mas, como a cor não pega, mulata / Mulata, eu quero teu calor...” (Composta por um carnavalesco membro do braço branco brasileiro da Ku Klux Klan)

6) “Que o inesperado faça uma surpresa...” ( "Eu e A Brisa" deixou de ganhar um festival por causa dessa frase!)

7) “Mas se ela vacilar, vou dar um castigo nela/Vou lhe dar uma banda de frente/Quebrar cinco dentes e quatro costelas/Vou pegar a tal faixa amarela /Gravada com o nome dela/ E mandar incendiar na entrada da favela”. (Qué isso, Little Pagode?! Vai tomar a tua cerveja, Pé-de-barraca!)

8) “Eu não sei se ela fez feitiço/macumba ou coisa assim/eu só sei que tô bem com ela/E a vida é melhor pra mim/Eu deixei de ser pé-de-cana/eu deixei de ser vagabundo/aumentei minha fé em Cristo/sou benquisto por todo mundo” (os ecumênicos Pagodinho e Jorge Aragão, aceitando Jesus Cristo como seu Salvador ao mesmo tempo em que festejam um possível "despacho da patroa")

10) “Chora, não vou ligar, não vou ligar. Chegou a hora, vais me pagar, pode chorar, pode chorar...Vou festejar, vou festejar o teu sofrer, o teu penar...” (Jorge Aragão, antecipando a "onda Kill Bill")

11) “Cheguei cansado do trabalho/Logo a vizinha me falou/Ó, seu Oscar, ta fazendo meia hora que sua mulher foi embora e um bilhete deixou/O bilhete assim dizia: "não posso mais, eu quero é viver na orgia'” (Wilson Batista, compôs o hino dos homens corretos e trabalhadores que são abandonados pelas donas de casa cachaceiras e notívagas - uma antiga lenda urbana carioca).

12) "Saí da tua vida, eu só representava um cheque no final do mês..." (Dava porque queria, cabra safado!).


13) "Um lugar onde as pessoas sejam loucas e super-chapadas. Um lugar do caralho! Lugar do caralho! Lugar do caralho!" (Pára!!!)

27.12.04

"TIME WILL TELL"

“Não vejo problema em jogar no Sport”. A linda frase do hobbit alvirrubro Kuki, que merecia uma exclamação, me fez lembrar mais uma vez de que o tempo é implacável com nossos gostos, nossas escolhas, nossas ideologias, nossos times de futebol, nossos corpos, mentes e almas. Ninguém escapará ao tempo. Ninguém sairá ileso ou vivo. Ninguém ganhará este jogo. Seguimos apenas vencendo aqui e acolá, temporariamente.
Vejamos o exemplo: você estuda, forma-se, torna-se um profissional, uma pessoa com dinheiro suficiente para curtir as férias num lugar paradisíaco. Chega neste lugar, coloca sua cadeira de praia à beira-mar, bota protetor solar, óculos escuros, chapéu, pede uma cerveja gelada e quando alegremente olha para a linha do horizonte que se forma no mar nota uma inacreditável onda gigante vindo em sua direção. E mais: desconfia seriamente de que não vai escapar desse "paredão de água" e de que as horas não voltarão atrás para você ter outra chance de escolher um local menos perigoso para curtir estas mesmas férias. Isso é o tempo.
Só nos resta "relaxar e gozar" contra essa força que constrói e destrói tudo. P.S.: Eu poderia dar tantos outros exemplos das brincadeiras que o tempo faz (como Marta Suplicy posando ao lado de Paulo Maluf, nas últimas eleições), mas creio que cada um possui suas histórias pessoais que comprovam essa filosofia de "blogtequim". E, ao contrário de outros rubro-negros, torço por Kuki na Ilha. Ah! E por todos nós em 2005, em 2006, em 2007...

20.12.04

"FAZ MAIS UM PRA GENTE VER"


Ronaldinho protagonizou a grande cena da Copa de 2002, ao promover a batucada do Penta com o hit "Deixa a vida me levar". Posted by Hello


Sexta passada, fiz a seguinte descoberta: estou (e sou) apaixonada por Ronaldinho Gaúcho. Não há dúvidas. Estava almoçando, e na TV do restaurante rolava o Globo Esporte. Bastou o apresentador citar o nome do ídolo do Barcelona, para eu esquecer o prato durante toda a reportagem. Fiz então uma revisão na minha memória e lembrei de que sempre é assim. Onde quer que eu esteja, se a televisão anuncia “Ronaldinho Gaúcho isso”, “Ronaldinho Gaúcho aquilo”, paro tudo só pra ver o craque. Portanto, não deixaria de registrar aqui sua eleição como o Melhor Jogador do Mundo pela Fifa, honraria que não é mais novidade para o futebol brasileiro. O dentuço reúne todas as qualidades que todo bom jogador (e gênio da bola) deveria ter: leveza, inteligência, esperteza, afetuosidade, companheirismo, bom humor, bom caráter, simpatia e ginga. É incalculável a alegria em vê-lo sambar após marcar cada um de seus gols. Este simples gesto me faz lembrar de como a vida deveria ser sempre: muito boa.

17.12.04

DOMINGÃO

Enquanto nos acostumamos com o Retorno da Quadrilha do Retiro, teremos um domingo que promete fortes emoções. De um lado (na Globo), o jogo que pode decidir o campeonato brasileiro, Vasco e Santos, cuja equipe conta com o querido Ricardinho "Ben Stiller" e Robinho "Novamente Com Mãe" (mas ainda sinto a falta de minha ex-paixão Fábio Costa). Do outro lado (na Band), final do quadro "Um Príncipe para Mim", em que Albucacys, sim, o bombeiro de Luma, escolhe com qual das três finalistas vai "ficar" (é trash, chocante, inacreditável, outros adjetivos, mas é a mais pura realidade).

16.12.04

TCHUCHUCA, VEM AQUI PRO SEU TIGRÃO


Para se viver um grande amor, além de dinheiro no bolso, do amor incontido, do desejo insaciável, do respeito extremo, da admiração infinita, do companheirismo pleno, da lealdade canina, da paciência incomensurável e de muito saco (calma, a dose extra de paciência), é preciso que o casal tenha um item fundamental: os apelidos.

Vamos combinar que as grandes paixões não são nada sem os grandes apelidos, que devem nascer espontâneos, originais, fofos, meigos, engraçadinhos e, em muitos casos, secretos. E não me venham com benhê, vida, mô, meu bem, frô, chuchu (alguém ainda chama alguém de chuchu?), amorzinho, coração, gatinho (estes, tipo “GG”, cabem em todo mundo e não têm graça).

O que vale mesmo é o nome criativo que só você conseguiu criar para aquela pessoa. Como se fosse um personagem que apenas você teve sensibilidade e talento para enxergar, descobrir e fazer aflorar. Por outro lado, a coisa se torna difícil quando o “ser amado” já aparece com um apelido indissociável, inacreditável e pouco romântico.

No início dos anos 1990, houve um namorado chamado Soneca. O nome surgiu não porque ele se parecia com o Soneca dos Sete Anões, com o lutador Soneca ou porque vivia cochilando, mas porque, reza a lenda, certa vez ele cometeu o erro de dormir durante todo o primeiro dia de aula, logo após o Carnaval. No final, o professor sapecou um “acorda, Soneca!” que tomou conta de toda a sala e da vida desse rapaz.

Um ano depois, talvez para fugir da sina de Soneca, ele foi parar em outra escola. E, para sua sorte, lá, além de mim (no frescor dos meus 16 aninhos, hên, hên), estava também aquele mesmo professor que, reconhecendo com orgulho “sua criatura”, exclamou, “Soneca, você por aqui?!!!”. Não adiantou o aluno se esconder por trás da penúltima fila e de seu cabelo grande.

Tempos depois, quando éramos namorados, fui apresentada à família dele, que o chamava de... Prima. “Prima” era um diminutivo para “primata” (simplesmente porque ele não acreditava que o homem tivesse pisado na Lua). O curioso é que o cidadão sempre se ressentia por eu chamá-lo de Soneca (“Prima” era demais para mim e eu estava sem saco para inventar um apelido melhor).

Mas nada se compara ao dia em que fui apresentar um certo “príncipe” à minha família. Minha tia-avó, na inocência, bondade e alegria dos seus setenta e poucos anos (à época), chegou para o jovem e perguntou, “Como é sua graça, meu filho?” Ele, todo receptivo, “Satanás, vó” (é, o apelido dele era Satanás). Eu não sei por que eu não acabei o namoro ali mesmo com aquele Diabo Loiro!

P.S.: Se alguém me lembrar de mais um apelidinho de um ex, eu mato. A mim já me bastam esses dois exemplos do texto, ok? God bless you.

13.12.04

O LÍDER DOS THUNDERCATS

Sábado passado, em meio a uma farra monstra no Catamarã, reencontro uma criatura muito querida, Raimundo Carrero, o Carrerão, o Pai Carrero (agora avô, avô de Maria Nina). Ele, com o aclamado visual Lion, sai da toca dos Thundercats para continuar sendo quem sempre foi: a festa em forma de gente. O premiado escritor, o imortal, o saxofonista, o veterano jornalista tem como maior atributo ser sempre ele mesmo e plenamente, em todas as suas possibilidades e riscos. Já lhe disse isso e, qualquer dia desses, cumprirei minha promessa: gravar, imortalizar sua gargalhada, uma entidade à parte. Nos consultórios, os médicos, um a um, deveriam receitá-la três vezes ao dia aos pacientes depressivos. E a alegria subitamente preencheria seus corações. O romancista costuma dizer que a literatura o salvou da loucura. Se a “cura” foi de 100%, alguns podem duvidar. O certo é que todo gênio tem um pezinho no manicômio mais próximo. E, para nossa sorte, Lion está à solta.

9.12.04

O REI E EU


O menino Roberto Carlos, na felicidade dos seus nove anos, sem saber ainda que o futuro lhe reservaria uma gordíssima conta bancária, mulheres, viagens, carros, mansões, superstições, solidão, obsessões e um visual cafona. Posted by Hello

Umas três semanas atrás, alguém tirou uma onda dizendo, “Débora, vamo pro show de Roberto Carlos?”, e ficou surpreso quando respondi, “Não, já vi quatro shows dele (que é feito circo de periferia, você só precisa ver uma vez)”. - “Quatro shows?!”. É, parece estranho alguém da geração que beira os 30 gostar de Roberto Carlos. Não posso dizer que sou fã, fã, porque tenho apenas três discos do Rei. No entanto, gosto de tocar suas músicas no violão, gosto de sua “fase Nice”, dos “arroubos religiosos” e conheço de cor 62% de seu repertório - aquela coisa que você sabe por tabela, porque seus pais escutavam e o vizinho também (e bem alto). A primeira vez que assisti ao Rei ao vivo foi nos anos 1980, quando eu ainda era adolescente. A partir da segunda vez, foi a trabalho. Lembro da interpretação e afinação exata dele num show em Brasília. No show seguinte, após a morte de Maria Rita, ele já tinha lançado o CD desse período e rolou uma entrevista coletiva no Rio. Fiquei anestesiada quando ele começou a responder à minha pergunta. Não consegui anotar nada. Olhava pra ele e só pensava exclamativamente: “Puta que pariu! Roberto Carlos tá falando comigo!!!”. Parecia (e talvez fosse) uma experiência divina. O sorriso, a voz, o cabelo, a pele, os olhos, a camisa azul, a calça jeans, o cinto, todo o ícone em sua plenitude tão familiar e tão distante notando a minha humilde existência. Alguns meses depois, veio tocar no Recife e novamente estava diante do homem numa entrevista. Desta vez, menos “passada”. Como diz a sabedoria popular, a gente se acostuma com tudo.
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O REI E OUTROS LÁ LÁ LÁS OU SHA LÁ LÁ LÁS (por que um lá lá lá numa música é tão bom?):

1) Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá Lá lá lá lá lá (“Guerra dos Meninos”, Roberto Carlos)
2) Lá lá lá Lies (La la la Lies, The Who)

3) Sha lá lá Hey (Paulo Francis)

4) Lá lá lá lá (“Todos estão surdos”, Roberto Carlos)

5) Lá lá lá lá (esqueci o título da música, Fugees)

6) Lá lá lá (“Mr. Jones”, Counting Crows)

7) Oh lá lá, Oh, lá, lá (esqueci o título da música, O Rappa)

8) Lá lá lá lá lá lá lá (tema dos Smurfs)


7.12.04

NOMES DE BANDAS QUE SE TORNARAM TÃO FAMILIARES QUE NÃO PARECEM SER MAIS TÃO RIDÍCULOS QUANTO REALMENTE SÃO:

Beatles, Metallica, Kiss, Blondie, Paralamas do Sucesso, Biquíni Cavadão, The Band, Oasis, Red Hot Chili Peppers, Yes.

POR OUTRO LADO, OS ACHADOS LEGAIS:
Black Rebel Motorcycle Club (baseado na gang do personagem de Marlon Brando no filme “The Wild One”, O Selvagem. A jaqueta preta do ator trazia as iniciais, B.R.M.C), Interpol (é, na verdade, o apelido do vocalista Paul Banks, Interpaul), Jon Spencer Blues Explosion, Cordel do Fogo Encantado, Devotos do Ódio, mundo livre S/A, Dead Kennedys, Forgotten Boys, Genesis.

6.12.04

2004, UMA ODISSÉIA NO TEMPO

Dois mil e quatro ainda está entre nós, mas já posso arquivá-lo, sem receio, como um ano mala, um ano muito mala. Apesar de ter me feito cumprir algumas promessas, outras não tiveram sequer ensaio. Além disso, acontecimentos desagradáveis testaram fé, coragem, bem-estar e disposição para o mundo, muitas vezes tudo junto. Mas, parafraseando Roberto Carlos em “Fera Ferida”, felizmente todos nós “escapamos com vida” (principalmente minha querida família), e, nesta “conta parcial”, vejo que ganhei mais quatro pessoas maravilhosas, entre elas um sobrinho (a) que chegará em 2005. É isso o que importa, o que você consegue agregar. Como bem disse o psicanalista Jurandir Costa Freire, no Café Filosófico de ontem, assim como o corpo, a alma não pode atrofiar. Então que as dificuldades da vida sirvam como uma boa sessão de malhação em nosso espírito. Quem tiver disposição para enfrentá-las, vai sair mais forte, mais sadio e mais bonito.

3.12.04

LADY IN RÉÉÉÉÉÉÉD...


Pholhas criou "My Mistake", o maior hit do crime passional, que vêm sendo dançado agarradinho no Brasil há 30 anos. Posted by Hello

Ontem, encontrei Giovanni na festa da Chesf. Ele, sempre falando por todos os poros, estava prestes a fazer mais uma das 300 aparições mensais da Uptown Band. Na oportunidade, contou-me que agora, devido à agenda variada (casamentos, convenções, confraternizações, aniversários), o repertório da banda foi ampliado.
Aquela pesquisa de repertório, com blues e rocks, está suspensa por enquanto. No momento, tocam de um tudo, incluindo hits que ninguém agüenta mais. “I Will Survive” é um dos exemplos. Mas nada “me surpreendeu” mais do que a inclusão de uma “música lenta” no meio do show (aquela que virou tema da novela “Celebridade”, “God bless you/You make me feel brand new...”).
“Música lenta” é uma coisa que me lembra imediatamente as festinhas que rolavam nos anos 1980, quando havia um arsenal de babas à nossa disposição (“Knife”, “Lady in Red”, “Careless Whispers”, “Don’t Dream, It’s Over” e tantas outras, como o “Melô do Papel”). As bombas eram detonadas logo depois das turma sacudir o esqueleto adolescente no salão.
Nessa época, fui algumas vezes aos encontros de brotos do Internacional e do Sport, onde um dos pontos altos era “Planet Rock”, do Afrika Bambaata, botando a maloqueirada em polvorosa. Depois de suar muito, meninos e meninas se preparavam para fazer, de fato, suas investidas, antes acalentadas com troca de olhares.
Convenhamos que a “música lenta” proporcionava uma paquera mais fácil. O “dois pra lá, dois pra cá” era usado como subterfúgio para pegar na mão, beijar, sentir o cheiro, o calor e dar a popular xavecada, com importantíssimas perguntas ao pé do ouvido (“qual é a sua série?”, “você mora onde?”, “tem namorado?”, “você já viu tal filme?”). As meninas, muitas vezes, tinham que se esquivar dos mais malas que aproveitavam a ocasião para tirar o atraso da nova edição da Playboy. Mas, no final, havia muita diversão nisso tudo.
A pergunta é: por que esse povo que faz a “Trashdance” não teve ainda a idéia de colocar uma sessão de música lenta nessas festas que vêm bombando com mais mil pessoas? Garanto que muita gente iria agradecer a lembrança ou a “novidade”. Porque, convenhamos novamente, “música lenta” é algo meio romântico trash.
P.S.: O bom mesmo era dançar ao som de "My Mistake", dos Pholhas, e sua letra sobre o arrependimento de um assassino: "I was sent to prison/For having murdered my wife/Because she was living with him/I lost my head and shot her/This was my story in the past/And I’ll go to reform myself/I am paying for my mistake/I will never be the same man again".

1.12.04

HEY, JUDE, NÃO FAZ ASSIM...


Qué qué isso, meu Deus?!!! Ator britânico aproveita férias para bronzear corpinho "mais sexy do mundo" na praia dos Tubarões, onde degustou um balde de ostras de Brasília Teimosa e meia-dúzia de sacolés produzidos no Ibura. Posted by Hello

A notícia saiu há uma semana, mas ainda vale o registro. O ator Jude Law foi eleito pela “People” o homem mais sexy do mundo. O negócio ganhou bafafá na imprensa internacional, e teve mais fôlego depois que a super atriz Naomi Watts afirmou: “É o homem mais maravilhoso que já pisou a face da terra”. Independente do esquisito Morrissey já ter sido apontado como o “ser mais maravilhoso da Terra”, também não faço questão de saber do restante da lista (que não pode esquecer de Gael Garcia Bernal, Javier Bardem e Mr.Big). A nossa sorte, mulheres (e homens também!) é que a imagem desse presente de Deus vai estar entre nós, pelo menos, nos próximos seis meses, quando estreará seis filmes encabeçados pelo "tudo!". O primeiro já está em cartaz no Recife, “Capitão Sky”. P.S.: Casado, pai de três filhos, o deus acaba de se divorciar (ninguém merece...). Confesso que tive dificuldade para escolher qual foto ilustraria este humilde texto.